sábado, 18 de maio de 2013

Dezesseis Luas: crítica rápida



Vi no Cine Download o romance Dezesseis Luas (Beautiful Creatures, 2013). É joinha a história de dois jovens com origens bastante distintas: Ethan, um rapaz fã de literatura e prestes a ir para faculdade; e Lena, uma garota a beira dos 16 anos, taxada de bruxa pelos habitantes de uma cidadezinha mega-conservadora da Carolina do Sul. Ethan, curioso para saber mais sobre a persona de Lena, aproxima-se dela e se apaixona. Lena, mesmo com características “encantadoras”, também investe nesse romance, mesmo com a desaprovação da família, que teme pela vida dela quando da chegada dos “doces dezesseis anos”. O filme tem boa trilha sonora, um visual ora cafona, ora impressionante (o cinematógrafo Phillipe Rousselot, colaborador dos filmes de Tim Burton, usa muito bem as belas paisagens do sul dos EUA) e o enredo consegue captar um pouco o universo daqueles que estão de passagem entre a adolescência e a vida adulta. Não me lembro de ter visto o casal de atores em outros filmes (e sinceramente, a cara deles não convence enquanto pessoas de 16 ou 17 anos), mas não é de todo ruim. O elenco coadjuvante é composto de gente famosa: Jeremy Irons, no papel do “tio-pai” de Lena está canastrão como só ele é capaz de ser; e Viola Davis como a negra “mãe” de Ethan atua bem, como de costume (não falarei de Emmy Rossum ou Emma Thompson, já que os personagens dela não me são interessantes o suficiente). De qualquer forma, é uma boa pedida esse 16 Luas. Espero que tenha continuações.

Ah sim: ele é melhor que A Saga Crepúsculo. De longe, hahahaha!


sexta-feira, 17 de maio de 2013

A Separação (Jodaeiye Nader az Simin): crítica rápida





Incrível como certos filmes tem a capacidade de incomodar e deixar-nos nervosos e sensibilizados. Vi A Separação (Jodaeiye Nader Al Simin, 2011), vencedor do Oscar de melhor filme falado em língua não-inglesa e a trama é das melhores que vi no gênero em minha carreira de cinéfilo. Fala sobre um casal de iranianos de classe média – Nader e Simin – que, durante um processo de divorcio, tem problemas com uma cuidadora de idosos. Em um determinado dia, Razieh, a mulher contratada para cuidar do pai de Nader (o senhor tem mal de Alzheimer e sequer consegue tomar banho), tem um desentendimento com o patrão e durante o bate-boca, passa mal após ser retirada à força da casa onde trabalhava (a filha pequena a acompanhava sempre). Horas depois, Nader descobre ser o responsável pelo aborto espontâneo da ex-empregada, para desespero de Hojjat, marido de Razieh. Começava ali uma difícil luta na justiça iraniana sobre o caso, envolvendo a empregada e o patrão – esse, acusado de homicídio. Digo que o filme incomoda por tratar de forma muito crua um tema aparentemente comum. Ajuda muito nesse sentido a cinematografia de A Separação: todos os bafafás envolvendo as duas famílias são mostrados como se fossemos um vizinho bisbilhoteiro invisível, ao lado dos personagens. O elenco é ótimo (incluindo as filhas dos casais) e a meia hora final, das melhores. Se isso acontece nas relações familiares do povo iraniano-islãmico, isso não posso ter certeza, mas invariavelmente, o filme quebra por completo a visão ocidental sobre os descendentes diretos dos persas, com seus dramas familiares. Mas prefiro não duvidar. De qualquer forma, A Separação proporciona uma oportunidade ao cinéfilo (a) de analisar a difícil realidade daqueles que passam por uma ruptura familiar desse porte. Vale e muito a pena ver.


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Humanidade - Positive compilation of Russian dash cams: vídeo filmado na Russia sobre a cordialidade entre motoristas e pedestres



É um belo vídeo esse que mostra motoristas saindo do carro para ajudar pedestres com dificuldades pelas ruas e avenidas da Rússia. Naquele país, por questões de segurança, carros devem andar com câmeras na parte frontal:
 

Rio 2: sinopse e teaser trailer da continaçao-animação do mesmo diretor de A Era do Gelo



E o primeiro teaser trailer de Rio 2 (idem, 2014) vocês conferem abaixo. O vídeo não mostra imagens da continuação, mas sim, um momento de descontração do casal de araras azuis Blu e Jewel, junto com os filhotes e amigos: